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PUBLICADO EM 23.05.2016 - 12:20

O fervo da Cidade Maravilhosa fica no Centro

O jornalismo etílico-colaborativo acaba de ganhar um blog. Este blog. É uma conquista de quem há anos me pede para fazer algo do tipo e sempre encontrou, de minha parte, certa resistência. Não é golpe para parecer fofo. Aqui não tem golpe. É que sempre achei que o Facebook, que no meu caso é quase um Faceblog, bastaria. Mas não. Sendo assim, quem sempre pediu que eu fizesse um espaço virtual com dicas e novidades, pode – e deve! – se sentir um pouco dono deste espaço, SIM.

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O Rivalzinho tem feito a Rua Álvaro Alvim lotar no fim das tardes de quinta, sexta e sábado na Cinelândia

Portanto, agora vamos com tudo, mostrando um pouco dos locais da cidade que mais curto, a galera que ando, as biroscas que frequento, e as novidades etílicas e gastronômicas deste balneário sempre em primeira mão. Ou sempre que possível, afinal, tem muita gente boa por aí antes de mim. Mas… e a política, o futebol, as matérias de comportamento e entrevistas? Continuam. Mas aqui vai ter só a parte mais agradável, porque dissabores já temos tido muitos nos últimos meses. E já que é para falar de coisa boa, vamos logo a uma das melhores novidades do ano, que tem mudado a cara do Centro da cidade sobretudo quintas, sextas e sábados. O furdunço, como muita gente boa já sabe, é o Rivalzinho, o caçulinha do Teatro Rival. Com cerveja de garrafa e tira-gostos do Aconchego Carioca, a birosca abriu no fim de fevereiro e se tornou o melhor fim de tarde para muitos, o melhor início de noite para outros tantos e o melhor “as duas coisas” para outro sem-número de gente. Mas o que tem de tão bom por lá? Ora, tem cerveja bem gelada, comida rápida e boa e mistura de gente. Tem famoso, anônimo, colado, descolado, moderninho, careta (bem, careta eu nunca vi), engravatados, nego-de-bermuda-e-chinelo, sem contar com os artistas que se apresentam no Rival e voltimeia tomam uma por ali antes do show. E depois do show também. Pense num inferninho a céu aberto. É ali.

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O público reúne colados, descolados, moderninhos, caretas e quem mais estiver a fim de diversão

O Rivalzinho funciona onde antes havia uma bombonière que, me desculpem, não vendia um brigadeiro sequer. Agora virou O fervo. Uma ideia surgida a dez mãos talentosas: da atriz Leandra Leal, herdeira do espaço, e o marido Alê Youssef; de Katia e Bianca Barbosa, as cozinheiras do Aconchego (chef é para blog dos amigos do Globo), e o empresário Pedro Henrique Trajano, o Farinha, amigo de infância da Leandra e que faz tudo ali parecer uma grande família. O couro come (Rua Álvaro Alvim 33) de quinta a sábado, entre 17h e meia-noite. O DJ liga as pick-ups a partir das 19h. Esta semana, em homenagem à estreia deste blog, terá birimbolo também na quarta, véspera de feriado. Espero vocês lá.

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