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PUBLICADO EM 11.05.2016 - 11:08

José Loreto e ex-namorada brigam pela guarda da cadela Brisa

Famosa depois de aparecer nas redes sociais quando caiu e sumiu do caminhão de mudanças do ator José Loreto, na Barra, em 2013, Brisa, de 6 anos, a cadela dele e da arquiteta Fernanda Pires, sua ex-namorada, volta a ser notícia. Mas, ao contrário da primeira vez, quando os dois se uniram para encontrar a ‘filha’, agora eles estão brigando pela guarda de Brisa.

O caso foi parar na polícia. Dia 11 de abril, a arquiteta registrou queixa na 81ª (Itaipu), em Niterói, contra Loreto porque, segundo Fernanda, ele se recusa a devolver Brisa. O caso foi registrado como apropriação indébita, já que por lei o animal é tratado ainda como objeto. Procurado, o ator informou que não comentará o assunto.

Com o fim do namoro, a guarda de Brisa passou a ser compartilhada

Com o fim do namoro, a guarda de Brisa passou a ser compartilhada

O advogado de Fernanda, Wadison Gomes de Souza Neto, diz que os dois têm acordo informal de guarda compartilhada e Brisa tem passado um tempo com cada um desde que terminaram o namoro há três anos.
O prazo para que Loreto entregasse a cadela para Fernanda terminou dia 8 de abril, segundo o advogado.

“Ele disse que não levaria mais a cachorra como combinado, alegando que essas mudanças fazem mal ao animal. Fernanda está desesperada”, contou Wadison, que vai entrar com ação na Justiça pedindo o restabelecimento da guarda compartilhada.

Especialista em comportamento animal com mestrado na Itália a veterinária Simone Moreira Bergamini aponta as vantagens e desvantagens para o animal que vive a guarda compartilhada, o que tem sido muito comum entre casais que se separam. Alguns têm até ido para nos tribunais, como é o caso de Loreto e Fernanda.

Simone explica que essas mudanças constantes vão alterar o comportamento do animal se ele for, por exemplo, um pet que sofre de ansiedade ou tem medo porque essas hábitos diferentes geram insegurança. Mas, se é um animal acostumado a sair de casa, estar com pessoas diferentes e viajar com os tutores não tem problema. Pode até estranhar no início, mas com o tempo se acostumará com a nova casa. Ela ressalta que é importante também considerar se o animal tem um vínculo com ambos os tutores, e que ele pode sentir falta daquele a quem é mais apegado.

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