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PUBLICADO EM 14.02.2017 - 7:42

Quadrilha Fuspom: Punição por usar celular na cadeia

Rio – Oficiais da PM presas, acusadas de integrar quadrilha da máfia do Fundo de Saúde da Polícia Militar do Rio de Janeiro (Fuspom), foram flagradas com celulares na Unidade Prisional, em Niterói. O trio responde pelo desvio de mais de R$ 16 milhões, com outros 22 réus em processos que tramitam na 20ª Vara Criminal e na Auditoria da Justiça Militar. O corte da comunicação telefônica aconteceu durante revista da Corregedoria da Polícia Militar, dia 5 de dezembro. Foram apreendidos dois aparelhos iPhone e um Motorola na cela em que estavam as capitães Luciana Rosas Franklin e Christiane Cardoso Gonçalves de Souza e a major Andréia Carneiro Ramos. Elas foram punidas com a suspensão das visitas pelo prazo de 30 dias. A falta grave pode repercutir nas ações judiciais. Em caso de condenação, as penas podem aumentar em função do comportamento inadequado na cadeia. O Ministério Público pediu à Justiça que o procedimento da Corregedoria da PM seja anexado aos processos.

QUADRILHA FUSPOM 2

As oficiais respondem por corrupção passiva, peculato e fraude em licitação com penas de dois a 12 anos. Luciana e Andréia, também por organização criminosa, cuja pena é de três a oito anos de prisão. É o maior escândalo de desvio de verba da corporação. As denúncias começaram aqui.

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