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PUBLICADO EM 14.03.2017 - 11:09

Caso Maria Lenk sem definição

Faltam quatro meses para os Jogos Pan-Americanos de 2007 completarem dez anos. Mas ainda não há definição se será aberto processo por fraude à licitação das obras para a construção do Parque Aquático Maria Lenk. A ação civil pública por improbidade administrativa foi proposta pelo Ministério Público Federal em 2011 e recebida pela 11ª Vara Federal do Rio. Mas quatro ex-dirigentes da Riourbe (Empresa Municipal de Urbanização) e as construtoras do consórcio Parque Aquático Pan 2007 (Delta, Midas e Sanerio) recorreram ao Tribunal Regional Federal 2. O ‘x’ da questão é acréscimo de R$ 11,3 milhões para as obras, totalizando R$ 60 milhões. Para o MPF, o termo aditivo ao contrato burlou a licitação por incluir serviços como programação visual, sonorização e iluminações que sequer estavam no projeto básico inicial do parque. É o que defende o procurador regional da República João Marcos Marcondes, autor do parecer sobre o recurso. Agora, espera-se que a Justiça não perca tempo.

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