28 jun

Grupo Bom Gosto grava com Rodrigo Sant’Anna

O grupo Bom Gosto gravou uma participação especial em ‘Os Suburbanos’, nova série do Multishow protagonizada por Rodrigo Sant’Anna, com estreia marcada para o dia 6. O grupo vai tocar em uma festa na casa de Jefinho do Pagode (personagem de Rodrigo Sant’Anna), motorista de lotação que fica famoso da noite para o dia após postar um clipe amador na Internet e ganhar milhões de seguidores.

Divulgação

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Postado por: Leo Dias às 11:30 pm

28 jun

Pronto, falei!

O diretor da Globo Rogério Gomes, conhecido como Papinha, está namorando. Na verdade, ele voltou para uma ex, a atriz e apresentadora baiana Andréa Nunes, de 30 anos. Entre idas e vindas, eles estão juntos há dois anos. No período em que ficaram separados, ele teve um breve romance com a atriz Andréia Horta.

Pelo visto, o drama vivido por Andressa Urach não serviu como grito de alerta. É que a ex-mulher de um pagodeiro que fez muito sucesso no começo dos anos 2000 também foi vítima de uma falsa médica que realizava aplicação de hidrogel nas pacientes. O produto, altamente danoso ao organismo, é usado para aumentar o volume principalmente de coxas e glúteos.

O humorista do ‘Pânico na Band’Eduardo Sterblitch e a atriz Louise D’ Tuani se casam na próxima quarta-feira, na Mansão das Heras, no Alto da Boa Vista. Mas o que chamou a atenção da coluna foi o horário da cerimônia: 16h. Ou os convidados são milionários e não precisam trabalhar ou a ideia é que a cerimônia fique vazia mesmo…

Um guru carioca tem a receita certa para os bonitões que vão se consultar e querem aparecer na TV. “Você precisa ir para a Ilha de Caras. A Carol Castro está solteira e é minha consulente. Posso apresentar vocês dois”, disse ele a um amigo da coluna. Pelo jeito, além de guru, ele é cupido também… Será que Carol sabe dessa dupla função?

Rodrigo Lombardi, o ricaço Alex de ‘Verdades Secretas’, agora tem Instagram. E, como ele quer divulgar sua nova conta, a coluna dá uma mãozinha…

Reprodução Instagram

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Postado por: Leo Dias às 11:30 pm

28 jun

Carla Diaz vira bruxa futurista

Carla Diaz incorporou uma bruxa futurista para um ensaio inspirado no livro ‘Uma Princesa no Reino da Feiura’, escrito pelo jornalista André Romano. Carla posou ao lado da pequena Giovanna Alparone, que é a atual Mini Miss World Universe 2015.

Vinicius Mochizuki / Divulgação

Vinicius Mochizuki / Divulgação

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Postado por: Leo Dias às 11:30 pm

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27 jun

‘Quem disse que a vida é fácil?’, diz Susana Naspolini

A coluna para toda vez que entra uma reportagem dela no ‘RJTV’. A entrevistada de hoje é Susana Naspolini, que comanda o quadro ‘RJ Móvel’ e mostra os problemas que acontecem nas comunidades, como os buracos nas ruas. A jornalista já venceu um linfoma aos 18 anos e, 21 anos depois, um câncer na mama e outro na tireoide. Ficou viúva no ano passado, quando perdeu o marido — o jornalista Maurício Torres. A fé e o trabalho a ajudaram a vencer. Com vocês, essa talentosa guerreira, que nos alegra quando aparece na tela da Globo.

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Não dá para não dizer que, quando entra a sua matéria no ar, todo mundo da minha sala aumenta o volume e para para assistir. É uma diversão. Você tem capacidade de transformar um buraco de rua em uma matéria legal, informativa e de cinco minutos. Acho que muita gente não conseguiria fazer. Você sente essa repercussão nas ruas?
Poxa, obrigada por esse retorno de ti e de sua equipe, fico muito feliz com isso, nem imagina o quanto. Tem um retorno muito legal da rua que a nossa equipe tem, o que acho legal é que é um retorno em cima da matéria, em cima do resultado e isso que me comove muito. Não é um retorno vazio do tipo “seu cabelo e sua roupa estavam bonitos na matéria”. É um retorno baseado no trabalho, um resultado da conquista dos moradores e ver que as pessoas assistem acompanham é maravilhoso, pois você percebe que as pessoas estão mobilizadas e acaba sendo uma união de todo mundo para resolver aquele problema daquela comunidade. Isso é muito legal. Isso que você falou de transformar o buraco de rua em uma matéria é um desafio diário mesmo. A gente vai rezando, não é modo de falar não, para conseguir chegar em um lugar e enxergar aquele buraco daquela forma, contextualizar aquilo. Na verdade, o grande mérito do ‘RJ Móvel’ é dos moradores. São eles que trazem pra gente essa visão diferente do que seria mais um buraco de rua.

Quando falta água, por exemplo, você entra na casa das pessoas para aproximar a matéria do espectador e leva o ‘RJTV’ para dentro da casa mostrando os problemas. Isso foi desde a primeira matéria?
Quando comecei a fazer o ‘RJ Móvel’, há três anos, fizemos desse jeito. Quem tem que contar a história do buraco e da falta d’água, não é a Susana que passa uma manhã lá. Quem tem que me contar isso, quem sabe o sofrimento, é quem mora lá. Como saberei desse perrengue se eu não entrar na casa da pessoa? Se eu não ouvir como é um dia a dia sem água? Uma vez eu quase chorei com um morador em São Gonçalo. Ele me disse que não tinha conseguido lavar o rosto. Ele dizia: “são 9 horas da manhã, isso não é vida.” Vai ser bem-humorado no seu trabalho se sair de casa sem lavar o rosto, por exemplo? O asfalto, não é só pelo asfalto. É a menina chegar na escola toda suja e ser ridicularizada. Tento mostrar o sofrimento que significa no dia a dia daquelas pessoas.

Você é uma interlocutora entre aquelas pessoas que sofrem aquele problema e os governantes. Não é isso?
Falo isso para as pessoas: “Estou aqui só para fazer a ponte. Na hora do ao vivo eu deixo aberto e falo: o microfone está aqui para a autoridade vir aqui. Podem perguntar, tirar dúvidas. A autoridade está aqui para dar explicação pra vocês, não pra Susana.”

Na semana passada você estava em cima de um touro mecânico. Na primeira vez que você interagiu demais seu chefe reclamou ou falou “pode, está liberado”?
Eles são muito bacanas também. Eles não têm nenhum tipo de tolhimento. Eles me mandam usar o bom senso. Mas, claro, não vai se arriscar, fazer algo perigoso. Mas não tem nenhum tipo de restrição. O legal, que me faz ser apaixonada pelo ‘RJ Móvel’ é exatamente isso. Chegamos lá na quinta-feira para ver se a ponte tinha ficado pronta. E quando cheguei tinha pula pula, touro mecânico. Eu fui olhando elas brincando e correndo na passarela. Essa passarela trouxe uma manhã de diversão para as crianças. Como isso poderia fazer parte da matéria? E aí a gente conversando com as pessoas, comparamos que foi uma luta para conseguir a ponte. Foi como lutar com o touro.

Como é sua rotina?
Chego na TV às 6:30, pegamos a pauta todo dia e chega no lugar umas 8:30. A gente grava a matéria, entra na casa, manda pelo motoqueiro para emissora para ser editada, e é quando a gente fica organizando a entrada no jornal ao vivo, por volta do meio-dia.

Você lembra de alguma situação que teve que bater de frente com um governante?
Teve uma vez que até hoje as pessoas falam, que foi em Itaboraí, com o secretário de obras. Era esgoto e pavimentação e as pessoas estavam pisando em esgotos. Nesse dia, tinha um carro da prefeitura limpando os esgotos e na hora do ‘ao vivo’ o secretário disse que não tinha esgoto. E começou aquela discussão: “secretário tinha um carro da prefeitura limpando, como não tem?”. Ficou essa cobrança. E na hora de marcar no calendário ele não quis. Se recusou, abandonou o ‘ao vivo’. Eu disse: “gente, o secretário foi embora, não quis saber do calendário, e a gente fica aqui até ele fazer essa obra. Não adianta virar as costas. Nós só vamos embora quando a obra tiver pronta”. Resultado: a obra está pronta e todo mundo feliz da vida.

Nos seus momentos de folga as pessoas vêm trazer os problemas para você?
Acontece de estar na rua de folga e as pessoas falarem. Eu não vejo problema nenhum nisso. Dou contato da produção para ligarem, dou contato para mandar foto. Não estou falando por falar não. Não existe isso. Claro que oito horas da noite não vou fazer o buraco de rua, mas saio daqui continuo sendo jornalista e é muito normal que a pessoa venha falar comigo e dar o nome de uma rua que está com problemas. Gosto, aliás, muito disso.

O jornalismo da TV Globo tem ficado mais informal. Não existe quase mais bancada. Essa informalidade privilegia o seu trabalho?
Eu sempre tentei ser muito assim nas minhas matérias. Acho que é do perfil de cada um . Tem coisas que os outros repórteres fazem que eu jamais conseguiria fazer, não é meu perfil. Não que eu não saiba, mas não ficaria bom. Essa coisa da informalidade, é falar uma linguagem que todo mundo fala. Por que eu vou fazer uma matéria e impostar a voz, falar palavras difíceis. O repórter é um contador de histórias. Você vai contar sua história para o seu filho ou um amigo em um bar e não vai cheio de pompas, nomes e sinônimos complicados. Você vai contar do seu jeito. Acho que caminhar para isso é maravilhoso, mas cada um do seu jeito. Senão vira tudo igual.

Como começou a carreira?
Sou de Criciúma, Santa Catarina. Fui fazer faculdade em Florianópolis aos 17 anos, com 18 anos tranquei a faculdade porque descobri um câncer, um linfoma. Quando eu voltei de licença o SBT estava contratando e eu tinha paixão de ser repórter de TV, contar histórias na TV. E no segundo ano de jornalismo me contrataram. Comecei no SBT em Santa Catarina, logo em seguida fui para RBS, trabalhei em Joinville, Criciúma e Floripa, depois na TV Vanguarda em São José dos Campos, depois vim pro Rio. Casei com o Maurício Torres, pedi demissão e vim pra cá desempregada. Fui pra Globo News, em 2011 tive câncer de mama aos 37 anos e câncer de tireoide. Parece ficção, né? Fiquei um ano fora por causa da doença e quando eu voltei, final de 2011, entrei para o ‘RJ Móvel’.

Antes disso suas matérias eram mais caretas?
Eram mais tradicionais.

Quando a gente te vê no ar a primeira coisa que a gente pensa é: tá aí uma repórter feliz. Aí você me conta sua história você me fala da morte do Maurício (Torres), linfoma aos 18 anos, câncer em 2011. Você é uma pessoa muito feliz, é isso?
Eu sou. Começo o dia agradecendo a Deus por mais um dia. Olho pra cama e vejo minha filha com saúde. Tenho emprego! Que bom que faço o que gosto. Fazer o que a gente gosta é um privilégio. Quantas pessoas vão trabalhar e não estão felizes? Quem disse que a vida é fácil? Tem notícias boas e ruins. A doença e a morte fazem parte da vida. A única forma é a gente morrer, que não tem mais problema.

Você não se abateu em nenhum momento?
Na hora de um diagnóstico desse, de câncer, você se abala. Mas eu choro, fico triste, faço quimioterapia, cirurgia, mas penso muito na frente. Arregaçar as mangas para melhorar. Não deixo a tristeza tomar conta de mim. Me dá aquele medo que todo mundo tem de morrer, choro, tenho medo de não me curar, mas tento deixar que a esperança e a fé em Deus prevaleçam.

O trabalho ameniza a dor?
Com certeza. Tenho muitos amigos aqui dentro. Quando aconteceu a história do Maurício, me deixaram ficar em casa o tempo que precisei, no meu luto com minha filha. Quando precisei voltar me acolheram. O trabalho ameniza muito, ajuda.

Tudo aconteceu de uma maneira muito rápida com o Maurício. Foram quantos dias?
Foi uma porrada. A gente ficou no hospital um mês.Ele entrou no hospital no dia 1 de maio e faleceu no dia 31. Foi um susto e o que me ajudou muito foi isso. Dizia pra minha filha que a gente tinha que seguir, levantar a cabeça e como podia dizer isso pra ela, se ela me via jogada em uma cama chorando. Tinha que seguir, ter o discurso e agir da mesma forma. Digo que Deus está com a gente, que a gente tem que seguir.

Com o sucesso do RJ Móvel você pretende um dia levar esse trabalho para o Brasil? rodar o Brasil e ver os problemas?
Não faço esse tipo de planejamento depois das lambadas que levei. Hoje é quinta-feira, que bom estar com o Léo, conversando, que prazer. Já estou muito feliz com tudo isso. Peço a Deus saúde pra continuar trabalhando muito. Eu amo muito o que faço. Quero continuar fazendo e fazendo. Que o sucesso venha lá na frente, que seja uma consequência natural. Não estou buscando isso. Estou buscando trabalhar, cuidar da minha filha, fazer meu trabalho a cada dia e seja o que Deus quiser.

Qual o nome da sua filha e quantos anos ela tem?
A Julia tem 9 anos. É a coisa mais linda do mundo. Amor da minha vida. Vamos sair um dia? Eu te apresento ela.

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Postado por: Leo Dias às 11:30 pm

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26 jun

Ludmilla teve que enfrentar o frio para gravar clipe no Chile

Ludmilla acaba de voltar do Chile, onde gravou o clipe da música ‘ Eu Não Quero Mais’. Em conversa com a coluna, a cantora falou sobre sua primeira viagem internacional. “Foi uma experiência incrível, porque nunca tinha saído do país antes. Fiquei muito feliz. Nas fotos, eu vi que era um lugar muito lindo, mas, chegando lá, eu percebi que de perto é ainda mais bonito”, disse ela, na tarde de ontem.

Foto: Divulgação

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A cantora ficou encantada com a neve e conta que tremia de frio durante uma parte da gravação. “Foi um perrengue. Fui fazer umas fotos com uma roupa mais ‘pelada’ e a temperatura estava em apenas um grau. Eu batia queixo. Tive que parar tudo porque eu ia passar mal e podia até desmaiar de frio”, lembrou.

Algumas imagens foram feitas com um drone, para explorar do alto a amplitude da cordilheira.

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Postado por: Leo Dias às 11:35 pm

Foto: Divulgação
26 jun

Pronto, falei!

Luana sempre Piovani gostaria que todos em sua casa comessem comida orgânica, mas ela diz que é tudo muito caro, então… só investe no frango. Legumes e verduras estão fora do cardápio por causa do alto preço. Se pra ela está caro, imagine para o resto da população… Tá fácil?

Foto: Divulgação

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A jornalista Livia Mendonça, que apresentou o ‘Balanço Geral Manhã’, na Record, está grávida de dois meses e meio de seu primeiro filho.

Por falar em Record, a emissora vive ganhando homenagens na Câmara Municipal do Rio. E, sempre que um produtor da casa vai receber alguma medalha, a produção para, porque os protagonistas são escalados para comparecerem à solenidade. Nos corredores, dizem que, quando um político quer conhecer algum ator, ele inventa essas homenagens. Eu, hein?

O comentário nos bastidores do ‘Domingão do Faustão’ é que o apresentador não está gostando nem um pouco da repercussão negativa do quadro que vai escolher as novas bailarinas da atração. Fausto Silva, pensa, inclusive, em encurtar o concurso, que tem previsão para terminar no fim de julho. A Globo nega. A coluna só acha que o quadro deveria se chamar ‘Vergonha Alheia’. Tá puxado, Braseeeel!

Por falar em Fausto Silva, amanhã ele vai reunir a nata da sociedade paulista para comemorar mais um ano de vida de sua mulher, Luciana Cardoso. Dizem que o apresentador da Globo não economizou na festinha…

Foto: Divulgação

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Hoje rola a sexta edição do ‘Pense em Mim’, no Mirante do Arvrão, no alto do Vidigal, com o melhor do sertanejo retrô. Além da banda Pense em Mim, o DJ Gagau Dieckmann também é atração do evento, que começa às 18h.

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Postado por: Leo Dias às 11:31 pm