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PUBLICADO EM 20.06.2016 - 12:00

A coluna conversou com Thiago Basso, de 33 anos, mais conhecido como Kaká, dono da Sul Entretenimento, novo empresário da cantora Lexa. Hoje, Lexa cobra apenas R$ 15 mil por show, mas há expectativa de crescimento, apesar da crise. Segundo o planejamento, estima-se um aumento de cachê de 50% nos próximos seis meses e de 30% no número de shows mensais. Em junho, Lexa deve fazer entre seis e oito shows.

Embora neguem veementemente, a Unidos da Tijuca está, sim, negociando um enredo com os Estados Unidos. Pelo visto, em meio à crise que assola o país, será a única escola com patrocínio na Sapucaí. Serão cerca de R$ 3 milhões. E a ideia é fazer um enredo sobre a música americana.

Um ator aparentemente hétero anda pra cima e pra baixo (se é que me faço entender) com um autor da Globo. Dizem que a ideia é que seu personagem cresça na trama.

Carolina Picchi está em ‘Supermax’, a próxima série de ação da Globo, com lançamento previsto para o segundo semestre. Ela vai ser uma prostituta que morre de overdose. Opa! Mas isso não podia revelar!

A apresentadora Fernanda Alves segue com sua língua ferina: “Posar nua foi a melhor coisa que me aconteceu para eu conhecer o lado machista, a infidelidade em redes sociais e a má-fé”.

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PUBLICADO EM 20.06.2016 - 12:00

Hoje, às 19h, o jornalista Maurício Stycer lança o livro ‘Adeus, Controle Remoto’, na Livraria da Travessa, em Ipanema. A coluna conversou com Stycer sobre o livro e, claro, a televisão brasileira. Confira!

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Na capa do seu livro, ‘Adeus, Controle Remoto’, você diz: ‘Uma crônica do fim da TV como a conhecemos’. Isso leva a crer que, com o popularização da internet, a TV sofrerá uma grande mudança. Qual é o futuro da TV?
A revolução digital está promovendo mudanças importantes na forma de ver televisão, inclusive nos afastando do aparelho de TV e nos deixando mais livres para escolher como, onde e em que momento vamos assistir aos programas que desejamos. Do ponto de vista do conteúdo, vejo um futuro brilhante pela frente.

Nos anos 90, o politicamente incorreto dominava a TV. Você sente falta e acha que o exagero nos ‘limites’ tomou conta da nossa televisão hoje?
Acho que a televisão sempre refletiu o seu tempo. De fato, vivemos uma época de mais cobranças sobre determinados exageros. Sinto falta de ousadia na programação, mas não de ‘exageros’. Nem tudo que nos divertia no passado ainda faz sentido hoje. O Gugu reeditou em 2015 o quadro da banheira, uma das bizarrices mais divertidas nos anos 90, e não teve nenhuma graça.

De onde surgiu a ideia de lançar ‘Adeus, Controle Remoto’?
Tenho escrito sobre televisão desde 2008. No UOL, mantenho um blog, atualizado diariamente, desde 2010. E tenho uma coluna semanal na ‘Folha’ desde 2012. Enfim, me dei conta que esta minha produção jornalística feita no calor da hora, se organizada, ganharia um novo sentido, mostrando os temas principais que me movem — o futuro da TV, a baixa qualidade da programação, a crise das novelas, o sucesso das séries e o fascínio pelos reality shows. Escrevi, então, vários textos inéditos e organizei este material.

O que você gosta de assistir?
Gosto de assistir ao que me surpreende, ao que me faz rir, ao que oferece entretenimento…

O que não assiste ?
Vejo tudo, realmente. Mas o que mais me cansa, e tenho pouca paciência, são os programas policiais vespertinos. Acho muito longos e repetitivos, além de exagerados.

Você deu uma entrevista ao Jô Soares dizendo que assiste aos programas trash. A que programa você se referia?
Primeiro, deixe-me esclarecer. Embora ‘trash’ seja sinônimo de ‘lixo’, quando uso o termo estou me referindo a programas de produção simples, sem maiores ambições que produzir entretenimento. Na entrevista ao Jô, estava me referindo ao ‘Você na TV’, apresentado pelo João Kleber, na RedeTV!. Mas a emissora tirou o programa do ar. Outro que se enquadra nesta categoria, é o ‘Power Couple’, da Record.

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PUBLICADO EM 20.06.2016 - 12:00

Uma musa fitness anda se engraçando com um MC. Até aí, nada de mais. O problema é que o rapaz em questão é casado e vive publicando fotos da mulher nas redes sociais. Longe de a gente ter uma postura conservadora, mas não tá maneiro isso, não…

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PUBLICADO EM 20.06.2016 - 12:00

Wagner Cavalcante, que está em cartaz em São Paulo no Theatro Net com o musical ‘A Galinha Pintadinha em Ovo de Novo’, está feliz da vida com sua participação especial na nova novela ‘Terra Prometida’, da Record. Para compor o personagem, Wagner passou por um processo de caracterização que levou aproximadamente duas horas com a colocação de mega hair, maquiagem e barba.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

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PUBLICADO EM 20.06.2016 - 12:00

Cabelão e tatuagens espalhadas pelo corpo. Assim é o visual de Ralf, papel de Henri Castelli em ‘Sol Nascente’, próxima novela das 18h da Globo. O tatuador da fictícia Arraial do Sol Nascente é do tipo que gosta de curtir a vida. Motos e mulheres são suas paixões.

Foto: João Miguel Junior / Divulgação

Foto: João Miguel Junior / Divulgação

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PUBLICADO EM 19.06.2016 - 15:00

Do pai, ele herdou o sobrenome forte. E também o talento. Diretor geral da Record, Alexandre Avancini é responsável por boa parte do sucesso de ‘Os Dez Mandamentos’. Foi ele quem sugeriu à emissora uma novela bíblica. Também foi ele quem botou a mão na massa e deu a cara para bater na sequência em que Moisés (Guilherme Winter) abria o Mar Vermelho na primeira fase da novela. Hoje, a coluna dá voz a esse grande diretor, que comanda com mãos de ferro a segunda fase da novela e ainda vai estar à frente de ‘Terra Prometida’, que estreia dia 5 na Record.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A que você credita o sucesso de ‘Os Dez Mandamentos’?
Há vários fatores. Na primeira temporada, a escolha da história. E também tem o timing da trama: um Moisés incorruptível dá esperança ao Brasil, que está mergulhado em corrupção.

A morte da Joquebede causou uma grande comoção na internet. Essa reação do público já era esperada?
Ah, sim! Era uma das personagens mais queridas da trama. Sou fã de carteirinha da Denise Del Vecchio. Nós já temos uma parceria de três ou quatro trabalhos seguidos. É uma atriz de primeiríssima linha e o personagem, também forte, bem construído por ela.

Na primeira parte da novela, tinha uma expectativa muito grande quanto à abertura do Mar Vermelho. Qual vai ser o ponto alto desta segunda fase?
Acho que essa reta final da novela toda está sendo de ponto alto, porque já começa com a rebelião de Corá, que é uma cena marcante. Daí para a frente são vários eventos culminando com a morte de Moisés e a disputa entre Deus e o Diabo. Essas cenas ainda vão ser feitas e envolve um número enorme de pessoas. Tem um arcanjo que vem disputar o corpo de Moisés. Até o último momento vão ter vários eventos na novela.

E como é que vai ser essa cena do diabo contra o arcanjo?
A gente tem um desenho em storyboard, porque é uma cena muito importante para a Record. A gente segue muito a orientação da empresa para a conceituação dessa cena. Vai ser feita aqui no Rio. Vamos começar a trabalhar esta semana nessa cena porque vai ser bem complexa.

Existia um medo de que a abertura do Mar Vermelho não agradasse o público?
Na realidade havia essa preocupação de entregar para o público uma grande sequência… Porque não é só o Mar Vermelho se abrir… Tem um exército egípcio, as colunas de fogo, tem a abertura e o fechamento do mar. Foi uma sequência muito grande e essa preocupação de ter uma sequência à altura da obra fez com que a gente finalizasse toda a computação gráfica lá fora.

Foi uma equipe para a África agora para fazer ‘Terra Prometida’, cuja direção também é sua. Você é conhecido por estar presente sempre nessas cenas estratégicas. Por que, dessa vez, você não foi?
Porque a carga de eventos aqui no Brasil ficou maior do que a viagem. Estou aqui gravando a rebelião de Corá, a queda da muralha… Porque o primeiro capítulo começa com o início da queda da muralha, que também demanda muita computação gráfica. Estava tudo certo para eu ir, mas resolvi ficar porque eu estou vivendo um momento de grande evolução.

Você faz ‘Os Dez Mandamentos’, faz filme, vai fazer ‘Terra Prometida’, é casado com a atriz Nanda Ziegler. Como é o seu dia a dia?
É bem puxado. Mas se fosse um trabalho completamente novo, seria mais complicado. Por ser uma continuação, com personagens até que passam de uma novela para a outra, fica mais fácil. Além disso, é uma equipe tão coesa que faz com que eu consiga tocar os dois projetos com segurança.

E tudo bem emendar um trabalho no outro? Você não tira férias?
Então… Depois desses trabalhos, eu vou tirar férias. Quando me chamaram para fazer a ‘Terra Prometida’, não tinha a segunda fase de ‘Os Dez Mandamentos’, então eu ia tirar férias. Mas aí surgiu a novela e estou sem férias desde o fim de ‘Vidas em Jogo’, de 2011.

Quantas horas você trabalha por dia?
No mínimo 12 horas. Às vezes, 15, 20, 22 horas… Depende. Já cansei de virar noite no estúdio até de manhã cedo e pegar externa no dia seguinte. Faz parte. Nada vai ao ar sem eu olhar. O capítulo que vai ser exibido à noite, eu assisto duas vezes: uma sem finalização de cor ou computação gráfica; e depois o capítulo finalizado.

Seu pai, o diretor Walter Avancini, foi um grande mestre e é muito difícil um filho repetir o sucesso do pai. Você diria que seu talento é genético?
Pra mim, ele foi o maior diretor dos últimos tempos. Eu cheguei a trabalhar com ele. Meu pai era impressionante! Um gênio! E eu não sou um gênio… Sou um diretor esforçado. Acho que nunca teve e nem nunca vai ter um diretor como ele. Se meu pai fosse para o cinema, ele certamente ganharia o Oscar, porque ele era genial. Aprendi muito com ele.

Mas teve comparação no início da sua carreira? Você sofreu preconceito por ser filho de quem é?
Não, pelo contrário! Assim que chegamos em um set estava o Tarcísio Meira, que eu conhecia desde criança; a Regina Duarte, que o meu pai foi padrinho de casamento… Eu já fazia parte dessa patota. Eles olhavam para mim morrendo de rir e diziam: “Eu conheci você bebezinho, eu peguei você no colo”.

Por que você deixou a Globo e foi para a Record, já que você estava trabalhando com pessoas que você já conhecia?
A Record foi uma porta de mais liberdade, eu tinha uma função na Globo, que era ser diretor geral. Quando eu vim para a Record, na verdade a função que eu tenho aqui é o que equivale na Globo ao diretor de núcleo. Na Globo, eu tinha um diretor acima de mim, me coordenando. Aqui, eu me tornei esse diretor, apesar de a nomenclatura não ser a mesma: aqui a gente assina como diretor geral. Estou tocando dois projetos agora, mas já cheguei a tocar três ao mesmo tempo. Quem sugeriu a Record fazer uma novela bíblica fui eu, e eles embarcaram na ideia. Eu tenho muita liberdade aqui dentro da emissora.

Você acha que estava engessado na Globo? É isso?
Naquela fase da minha carreira, sim, porque não tinha nenhuma liberdade e não tinha a gestão absoluta criativa do processo como diretor. Eu vim para a Record correndo atrás de mais status e promoção.

Agora como é que você lida com o ego dos atores?
Quando o ego está muito alto, eu falo: “Olha o ego!” O ator, com a consciência de que isso está acontecendo, rapidamente se acerta.

Mas aí você fala na frente de todo mundo, no meio da gravação?
Não, tudo o que eu falo com eles, falo no cantinho… Marco uma reunião… Não falo na frente de ninguém.

Tem algum ator com quem você não trabalhe?
Não, nenhum.

O diretor pode dar pitaco na escalação dos atores, não é? Dizer “eu não gosto de trabalhar com aquele”?
Não gostar não vale, porque é uma questão irrelevante. O importante é a questão artística.

Você é casado com uma atriz que estava na primeira parte de ‘Os Dez Mandamentos’. Sentiu algum preconceito com isso?
Não, porque ela já era atriz antes de se casar comigo. Nanda é uma boa atriz, e eu trabalho muito em cima de testes para a novela. Moisés (Guilherme Winter) fez teste, Ramsés (Sérgio Marone) foi de teste, e ela também foi escalada por teste.

Você começou a dirigir em 1994. Como você vê a evolução na teledramaturgia brasileira?
Eu acho que ela é lenta se comparar à dramaturgia mundial. A gente é defasado nos formatos, principalmente em telenovelas. A Record inova sempre. Quando a gente fez a novela bíblica, foi uma inovação. Acho que o Brasil ficou engessado em cima do formato da Globo durante muito anos, onde a dinâmica demorava para acontecer. Isso está mudando, mas muito lentamente. A qualidade técnica mudou mais rápido do que a qualidade de dinâmica de texto.

Você é a favor de casal gay na novela?
Acho que se a dramaturgia pedir, sim.

Você acha que a Record um dia vai colocar um casal gay na novela?
Não sei.

Há uma preocupação com a concorrência?
Não, eu faço o meu. Minhas referências são os filmes americanos e europeus. Faço o meu trabalho com calma e feliz. Não fico muito preocupado, não.

Você não tem aquele aparelho de medição do Ibope de minuto a minuto na sua casa?
Tenho, claro!

Mas você olha?
Claro, olho, mas isso também é uma avaliação do próprio projeto, o que funciona, o que não funciona com o público, entendeu?

Alguma atriz já se ofereceu para fazer o famoso teste do sofá em troca de um papel?
Não, nunca! Eu sou paulista. Sou muito sério. Não dou espaço para esse tipo de aproximação. Não saio do set.

Com o avanço do Netflix, você acha que as novelas tendem a cair em desuso? Você acha que a série pode dominar o mercado?
Não sei. O mercado está mudando. Talvez… O mercado no Brasil é mais lento. Lá fora já está mudando bastante. Aqui no Brasil ainda vai demorar um pouquinho.

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PUBLICADO EM 18.06.2016 - 12:01

Inês Brasil parou a internet ontem depois que a Netflix produziu uma paródia da moça na prisão de Litchfield para divulgar a nova temporada da série ‘Orange is the New Black’, que estreou ontem. Em conversa com a coluna, Inês disse que a gravação aconteceu em um grande estúdio em São Paulo e admite que nunca havia sequer assistido à série que virou febre no Brasil e nos Estados Unidos. “Não assistia, não. Mas faço tudo com amor. Sou puta, mas eu falo a verdade”, disse Inês, que participa de um episódio. Na trama, ela faz uma presidiária que está na solitária e conversa através da cela com a detenta Piper Chapman (Taylor Schilling). “A ‘Pipe’ não estava na gravação, não. Botaram a voz dela para falar comigo. O estúdio era grande, parecia o do SBT. Tinha muita gente bonita. O diretor era lindo”, lembrou. Ela não sabe quanto recebeu para expor sua beleza e simpatia na série: “Só sei que não foi barato, não. Vou receber o cachê daqui a três semanas. O diretor gostou tanto que disse que eu vou acabar fazendo cinema em Hollywood”.

 

Inês Brasil

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PUBLICADO EM 18.06.2016 - 12:00

Se você nunca ouviu falar em Matteus, pode começar a procurar por ele no Google. Dono de uma voz afinadíssima, o ex-The Voice segue em carreira solo, aos 24 anos, tendo Michel Teló — que foi seu técnico — como padrinho. Em uma apresentação de quase duas horas no Club Med, Matteus fez o público dançar e deixar o local com gosto de ‘quero mais’.

Matheus

Como foi para você a experiência de participar do ‘The Voice’ e de parte do time do Michel Teló?
Participar do ‘The Voice’ foi incrível! Uma expansão total do meu trabalho e um carinho enorme do público brasileiro. Quando optei pelo time do Teló, foi uma escolha do coração. Ele virou não só um técnico, mas também um padrinho para todos nós do time dele. Após o programa, ainda cantamos diversas vezes juntos no palco. Fui recebido com o maior carinho pelo cantor.

Sua música de trabalho, ‘A Culpa é do Amor’, é uma versão da canção ‘All of Me’, do americano Jonh Legend. Por que você escolheu essa música?
Eu sempre fui fã da musicalidade do John Legend e essa música me toca de uma forma diferente. Tudo aconteceu na inspiração que a própria música original me trazia. Em uma noite, em casa, escrevi toda a letra.

Você canta desde os 9 anos. Sempre teve certeza de que era isso que você queria para a sua vida?
Isso mesmo! Tudo começou quando eu tinha 9 anos. Era a época dos karaokês, e todo lugar onde tinha um karaokê, eu cantava e as pessoas gostavam.

Como os seus pais reagiram quando você começou a cantar?
Eles sempre me apoiaram muito! Meu primeiro show foi na casa da minha tia. A partir dali, resolvi, junto com minha mãe, fazer teste para programas de calouros. E então, meus pais me colocaram na aula de técnica vocal para dar o início nessa jornada.

Você fez uma turnê pela Itália. Como foi essa experiência para você?
Com certeza, um dos maiores desafios que já tive. Estar em outro país, cantando para os italianos no verão europeu era uma realização de um sonho. Tive oportunidade de conhecer um outro público. Fiz um curso de alguns meses com um professor de Roma que me preparou para os diálogos no show.

Qual é seu estado civil?
Estou solteiro, mulherada! Na pista!

Qual a sua perspectiva para o futuro?
Estamos fazendo shows pelo Brasil e vou lançar meu EP ainda este ano.

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PUBLICADO EM 18.06.2016 - 12:00

Belo e Gracyanne Barbosa posam na estreia da editoria Decoração do site ‘Ego’. Na matéria, que vai ao ar amanhã, o cantor se orgulha ao dizer que foi o autor do projeto da casa onde vive, há sete anos, no Rio. Na reportagem, ele e sua musa fitness dividem o lar com seis familiares e sete cachorros.

Belo e Gracyanne

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PUBLICADO EM 18.06.2016 - 12:00

A coach Priscila Lobo, que também atua há 20 anos no mercado artístico como ‘headhunter’, vai ministrar um curso hoje e amanhã, na Barra da Tijuca. As vagas são limitadas. Informações pelo e-mail priscilalobog@gmail.com.

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