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PUBLICADO EM 07.01.2015 - 19:22

Highsexual: hétero(?!) que (diz que) curte homem depois de ‘fumar um’

Rio – Depois do passageiro termo goy (alguém ainda fala sobre eles?), surge neste início de 2015 mais uma nomenclatura para o desejo de homens por pessoas do mesmo sexo: o highsexual. Trata-se do cara que diz sentir desejo por alguém do mesmo sexo somente após o consumo de drogas.

A nova classificação veio à tona em uma publicação do site gay norte americano Queerty que trouxe o depoimento de um rapaz na rede social Reddit.

“Eu sou um maconheiro hardcore. Me sinto mais atraído por meninas e não ligo para homens quando estou sóbrio. Mas quando eu estou chapado, eu só quero chupar um p** grande de um homem que transe comigo com vontade. Alguém mais tem esse desejo? Mais alguém se sente assim depois de um baseado? ”

“É Apenas curiosidade, não que me incomode, desde que eu continue sentindo tesão por meninas, mas às vezes me sinto estranhamente atraído por caras do sexo masculino”, disse o rapaz. Outra pessoa do grupo esclareceu (???) a questão para ele, respondendo na sequência: “Meu círculo de amigos chama isto de Highsexualism”.

O termo, originalmente difundido para definir pessoas que fazem sexo com homens após o uso de maconha, já ganhou conceituação mais ampla para todo e qualquer tipo de droga.

Em outro caso, na mesma rede social, um rapaz descreveu a preocupação de ter a homossexualidade revelada após o consumo de LSD: “O ácido pode revelar a homossexualidade latente? Eu não quero acabar sufocado no p** de outro cara no LSD na floresta, ou levar uma gozada na cara ou algo assim”.

Foto: Istock

Foto: Istock

No ano passado, o termo goy caiu na boca do povo. Definia homens que se dizem héteros mas que curtem eventualmente relações com outros homens desde que sem penetração. Na verdade, serviu para definir uma prática já muito usual em ambientes frequentados por homens casados com mulheres que buscam trocas sexuais com outros homens, como saunas e banheiros públicos. O termo ficou amplamente conhecido em 2014, mas, como toda modinha, ninguém mais fala nisso.

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