Arquivo do autor:Cadu Bruno

11 set

Em retorno ao UFC, Leandro Buscapé luta contra Massaranduba por afirmação no evento

A excelente forma de Leandro Buscapé, que venceu seus últimos cinco combates, voltou a despertar os olhares das maiores organizações de MMA do mundo. Cerca de um ano após se apresentar pela única vez no UFC, – foi derrotado por Ildemar Marajó no UFC on Fuel TV 10, realizado em junho de 2013 na cidade de Fortaleza (CE) – o lutador ganhou uma nova chance e terá a possibilidade de mostrar que pode fazer parte do estelar elenco do torneio. Engana-se quem pensa que ele vai ter vida fácil em seu retorno, já que enfrenta o experiente Francisco Massaranduba no UFC Fight Night 51, marcado para este sábado (13), em Brasília (DF). O duelo, entre os pesos leves (70kg), faz parte do card preliminar da competição, que tem no total 11 lutas previstas.

Entusiasmado com o convite para regressar ao maior evento de MMA do planeta, Buscapé garante estar pronto para agarrar a nova oportunidade com unhas e dentes. Ele pretende dar continuidade ao ótimo momento na carreira e confia no lastro de treinamentos para conquistar sua 17a vitória na carreira.

Leandro Buscapé volta ao UFC contra Francisco Massaranduba em Brasília (Foto: Divulgação)

Leandro Buscapé volta ao UFC contra Francisco Massaranduba em Brasília (Foto: Divulgação)

“A sensação está sendo ótima. Eu sabia que um dia voltaria ao UFC, sou jovem e tenho muito a mostrar dentro da organização. Meu camp foi realizado de forma bem intensa mas eu já vinha de uma preparação forte quando lutei no início de agosto. Após a luta retornei aos treinos no mesmo ritmo. A parte de chão da minha preparação é toda na Barbosa Jiu-jitsu e wrestling com Thiago Alves, com quem tenho uma grande amizade e vem me auxiliando bastante. Meu boxe treinei com Tony e venho treinando muito Karatê com o mestre Jeovaldo Barreto. Tenho uma equipe boa por trás de mim em todas partes de luta”, ressaltou.

Aos 28 anos, o paulista garante estar mais amadurecido desde sua última aparição UFC. Respeitoso, ele reconhece as qualidades do adversário, mas se diz focado em mostrar seu talento e firmar-se de vez como um dos melhores de sua divisão dentro da organização.

“Volto ainda mais forte, determinado e amadurecido. Tenho muito que apresentar à organização. Penso que será uma luta dura do começo ao fim. Respeito o Massaranduba, mas não estou aqui à toa e não vou deixar ninguém e nenhum atleta tirar meu objetivo. Preciso mostrar tudo que sei. Me sinto preparado para mostrar pra organização que mereço estar aqui. É pensar nesta luta de sábado e dar um passo de cada vez para me firmar e colher esses frutos no futuro”, concluiu o atleta, patrocinado pela Koral Fight Co.

Com um cartel de 16 vitórias, uma derrota e um empate, Leandro Buscapé está entre os melhores pesos leves (70kg) do Brasil. Sua estreia profissional aconteceu em maio de 2008, quando venceu por decisão unânime Viscardi Andrade no Beach Fight Festival. Após engrenar uma sequência inicial de 12 combates sem derrotas, ele recebeu sua primeira chance no UFC em 2013. A derrota para Ildemar Marajó, em um junho do ano passado, não abateu o paulista que, desde então, engrenou uma série de cinco vitórias consecutivas, sendo uma delas no Pancrase, tradicional evento realizado no Japão.

POSTADO POR: Cadu Bruno às 2:35
11 set

Tibau antecipa chegada a Brasília e festeja novo recorde a ser alcançado no UFC

Neste sábado, dia 13 de setembro, um brasileiro vai fazer história no UFC ao entrar no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, pelo UFC Fight Night 51. Gleison Tibau encara o polonês Piotr Hallmann na co-luta principal da noite, pela categoria dos leves (até 70kg), e faz seu 23º combate pela organização, se tornando assim um dos três atletas em atividade com mais lutas realizadas no octógono. O potiguar já sente o carinho do público em Brasília, uma vez que chegou com dois dias de antecedência em relação aos demais atletas. A estratégia foi traçada por conta da diferença entre o clima da capital federal e o da cidade de Miami, nos Estados Unidos, onde vive atualmente.

Gleison Tibau chega para o duelo contra Hallmann repleto de motivação. Além da vitória sobre Pat Healy, em julho deste ano, e ter a chance de aumentar o recorde entre os brasileiros com mais lutas pelo evento, Tibau alcança uma nova marca expressiva. Com 23 duelos na franquia, ele se iguala a Frank Mir e Josh Koscheck como os atletas em atividade com mais combates no Ultimate. Os aposentados BJ Penn e Chuck Liddell são outros dois lutadores com 23 lutas no octógono.

Gleison Tibau enfrenta Piotr Hallmann na co-luta principal em Brasília (Foto: Divulgação)

Gleison Tibau enfrenta Piotr Hallmann na co-luta principal em Brasília (Foto: Divulgação)

“Eu sou um cara totalmente realizado, estou escrevendo cada vez mais meu nome na história do maior evento de MMA do mundo. Tenho muito orgulho de ser o brasileiro que mais lutou pelo evento, agora ainda mais ao ser um dos lutadores ainda ativo com mais lutas pelo UFC. Esse recorde me motiva ainda mais para dar um grande show em Brasília”, comemora o brasileiro.

Tibau chegou a Brasília no último sábado, dia 6, dois dias antes dos demais atletas, que só na segunda-feira, dia 8, pisaram na cidade. Esse planejamento se deve à diferença entre o clima tropical úmido do Distrito Federal e o tropical de Miami, nos Estados Unidos, sede da American Top Team, academia na qual o brasileiro treina.

“Foi ótimo ter vindo antes, a ideia era me adaptar ao clima mais seco da cidade e deu certo. Estou me sentindo ótimo por aqui. Vim por conta própria com meus treinadores e companheiros de ATT, e valeu o investimento. Acho que estou um passo na frente do meu adversário por isso”, conta.

Dicas de companheiro de equipe

Adversário do brasileiro, Piotr Hallmann faz seu terceiro combate no Ultimate e soma duas vitórias e uma derrota na organização. O polonês tem 15 triunfos na carreira, sendo sete por finalização e sete por nocaute. Em sua última luta, Hallmann enfrentou e venceu Yves Edward, companheiro de equipe de Tibau, que aconselhou o brasileiro sobre as qualidades do atleta da Europa Central.

“Ele é um cara bem completo, troca bem e tem um bom jiu-jitsu, só que sou ainda mais completo que ele. Confio muito no meu wrestling e no jogo de chão, além de estar evoluindo muito em pé. Sou mais experiente que ele também. Recentemente, ele lutou contra um companheiro de equipe meu, então pude pegar alguns conselhos com ele. Vai ser uma luta muito movimentada e que os fãs vão gostar”, garante.

POSTADO POR: Cadu Bruno às 2:29
10 set

Lucas Mineiro lamenta negativa de Jeremy Stephens em lutar: ‘Ficou com medo’

A negativa de Jeremy Stephens em encarar Lucas Mineiro, no UFC 179, no Rio de Janeiro, no dia 25 de outubro, irritou o atleta da Chute Boxe Diego Lima e sua equipe. Para o brasileiro, o norte-americano ficou com medo de encará-lo e usou a desculpa de estar melhor ranqueado entre os pesos-penas (até 66,1kg), para evitar o combate. Mineiro foi mantido no card e agora irá enfrentar o também americano Darren Elkins, que aparece entre os melhores da categoria, assim como o rival original. O Ultimate oficializou o confronto nesta segunda-feira, dia 8 de setembro.

Lucas Mineiro atualmente está fora do Top 15, mas uma vitória sobre Darren Elkins, num card como o do Maracanãzinho, tem grandes chances de fazê-lo entrar na lista. Jeremy Stephens é o 11º, enquanto Darren Elkins aparece duas posições atrás, e isso surge como motivação a mais para o brasileiro, que quer vencer e desafiar Jeremy. Lucas vem de três vitórias consecutivas na organização, mantendo um cartel de 15 triunfos e apenas uma derrota, enquanto o norte-americano soma recorde de 23-10, tendo perdido em sua última luta para Cub Swanson, no evento principal do UFC FIght Night 44, em junho. Já Elkins, por sua vez, foi derrotado justamente por Stephens, em sua última apresentação, em janeiro deste ano, e conta com um cartel de 17 vitórias e quatro derrotas no MMA.

Lucas Mineiro encara Darren Elkins no UFC 179, no Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)

Lucas Mineiro encara Darren Elkins no UFC 179, no Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)

“Jeremy disse que sou um atleta muito fraco no UFC. Na verdade, ficou com medo de me enfrentar”, dispara Lucas Mineiro, projetando um confronto no futuro. “Ele pode correr, mas não pode se esconder. Ainda vamos nos encontrar na organização. Não entendi por que não quis lutar. Me menosprezou. Mas está tudo bem. Querendo ou não, um dia vamos nos encontrar. Em cima do octógono, vencendo o Elkins, vou desafiá-lo. Falar: ‘meu amigo, você não sabia quem eu era, então, prazer, meu nome é Lucas e quero você aqui me enfrentando’”.

Respeito ao novo adversário

Apesar de ter se irritado com a recusa de Jeremy Stephens de lutar no UFC Rio, Lucas Mineiro, faz questão de ressaltar as dificuldades que terá no novo confronto, diante de Darren Elkins. Para o atleta de 24 anos, o norte-americano tem um estilo diferente do antigo adversário, mas, mesmo assim, não irá alterar seu jogo dentro do octógono.

“Elkins é um cara duro e experiente. Ele é do wrestling e vai tentar me colocar para baixo sempre. Não foge à origem. Mas vou andar para frente”, comenta, explicando como tentará neutralizar o rival: “Treino wrestling todo dia. Estou acostumado a defender queda e procurar nocaute. Isso não é segredo para ninguém, que essa é minha estratégia de jogo. Além de tudo, estou duro no jiu-jitsu e com boxe afiado. Na hora que esquenta a luta, vamos para onde sabemos nos virar. Será um embate duro, mas bom para mim. Pode me colocar entre os Top 15, até Top 10 da categoria”, prevê.

POSTADO POR: Cadu Bruno às 11:30
10 set

Pepey conta com o apoio da torcida para vencer Dashon Johnson no UFC Fight Night 51

Escalado para o card do UFC Fight Niight 51, que acontece neste sábado (13), em Brasília (DF), Godofredo Pepey entra no octógono em busca de sua segunda vitória consecutiva na maior organização de MMA do mundo. Finalista da primeira edição do reality show The Ultimate Fighter Brasil, o peso-pena (66kg) enfrenta o norte-americano Dashon Johnson em sua sexta aparição no evento. Acostumado com a vantagem de ter o público a seu favor, Pepey chega ao combate credenciado por um nocaute sobre Noad Lahat no UFC Fight Night 38, disputado no último mês de março, em Natal (RN).

Aos 27 anos, o lutador garante ter feito um ótimo trabalho de preparação e atribui seu ótimo momento ao planejamento elaborado por seu staff. Confiante para o próximo duelo, o cearense se diz treinado em todas as áreas e expressa otimismo em mais uma boa performance.

“Foi a melhor preparação que eu fiz até agora no UFC, estou há mais de dois meses treinando em Curitiba, na Evolução Thai. Dei uma ênfase muito grande ao jiu-jitsu neste camp e contei com a ajuda de todos os companheiros, além dos meus treinadores André Dida (Head Coach), Serginho Moraes (luta agarrada) e o Guilherme “Guima” (luta em pé). A parte física também foi muito exigida e fiz um trabalho intenso com o auxílio do professor Rafael, da Academia Hype, e do o Dr. Aranha, da Clinica Napes, na parte médica e nutricional. O trabalho foi bem realizado e estou me sentindo muito bem para essa luta”, detalhou.

Godofredo Pepey encara Dashon Johnson em Brasília (Foto: Divulgação)

Godofredo Pepey encara Dashon Johnson em Brasília (Foto: Divulgação)

Ciente das dificuldades que encontrará ao pisar no octógono, o atleta, que é patrocinado pela Koral Fight Co., mostra conhecimento sobre as características do oponente. Querendo firma-se dez vez entre os melhores de sua categoria, ele acredita que a força da torcida brasileira será fundamental na obtenção de um bom resultado.

“O caminho já esta traçado com minha equipe, bem estudado e planejado, mas só vou te contar dia 13 (risos). Do meu adversário sei que ele esta baixando de categoria, tem um bom boxe e é bastante rápido. Apesar disso, no momento preciso marcar meu caminho no UFC e quero muito essa vitória. Lutar no Brasil sempre faz a diferença, o calor do publico me motiva sempre a oferecer um grande show pra galera. Conto com o apoio de todos”

Atento ao que está acontecendo no mundo do MMA, Pepey sabe que para se apresentar em alto nível precisa estar em um contínuo processo de evolução no seu jogo. Para isso, ele quer seguir com o trabalho de intercâmbio e projeta um período de treinamentos nos Estados Unidos.

“A vitória e o nocaute da noite servem para me motivar cada vez mais, sei que estou no caminho certo, evoluindo a cada luta. Este intercâmbio em Curitiba tem aprimorado muito o meu jogo. Procuro sempre estar evoluindo, em breve pretendo ir aos Estados Unidos aprofundar meus conhecimentos no wrestling e assim crescer cada vez mais como atleta. Minha meta é lutar fora do Brasil para ganhar experiência e chegar ao Top 10 da minha divisão”, concluiu.

POSTADO POR: Cadu Bruno às 11:27
10 set

Segunda temporada do XFC terá seis torneios em busca de novas estrelas

Uma das características mais marcantes do XFC é a busca por novos talentos do MMA. O XFC International, no dia 27 de setembro, em Araraquara (SP), marca o início da segunda temporada da franquia, com uma disputa de cinturão e os novos torneios, com 48 novos atletas em busca do estrelato, divididos em seis GPs. Serão quatro masculinos (peso-galo – até 61,2kg; peso-pena – até 65,8kg; peso-leve – até 70,3kg e peso-meio-médio – até 77,1kg) e dois femininos (peso-palha – até 52,2kg e peso-mosca – até 56,7kg). Também serão definidos a campeã peso-palha da primeira temporada, na final entre Vanessa Guimarães e Vanessa Melo, e o campeão peso-meio-médio, no duelo entre Will Galvão e o argentino Kevin Medinilla – as lutas não aconteceram em suas datas originais por problemas com lesões.

Entre os homens, a categoria peso galo é a primeira a entrar no heXágono, enquanto as mulheres serão disputas no peso mosca, além da final peso-palha. Três lutas serão transmitidas ao vivo pela RedeTV!, a partir de 0h30 da madrugada de sábado para domingo (horário de Brasília), junto à disputa de cinturão dos galos, entre Deivison Dragon e o norte-americano Waylon Lowe. Pela mesma categoria, Luan Gazzeta encara o colombiano Alejandro Abomohor, e está finalizando o camp nos Estados Unidos. Na abertura do torneio peso-mosca feminino, a norte-americana Rachael “The Panter” Cummins terá pela frente a brasileira Taila Santos.

O matchmaker Eduardo Duarte (à esquerda) e o presidente do XFC, Myron Molotky (Foto: Divulgação)

O matchmaker Eduardo Duarte (à esquerda) e o presidente do XFC, Myron Molotky (Foto: Divulgação)

Campeões do torneio se tornam postulantes à disputa de cinturão

Os torneios do XFC são divididos em chaveamentos com oito lutadores por categoria se enfrentando em sistema de eliminatórias simples. Para chegar à final, é preciso vencer duas lutas, e o campeão de cada GP, automaticamente, assina contrato com o evento, entrando na linha de postulantes à desafiantes ao cinturão. Eles levam uma medalha, feita em ouro maciço e as inscrições “Integridade, Honra e Glória”. Os vice-campeões também garantem vínculo, mas são desafiados mais vezes para se credenciarem a entrar na lista de potenciais desafiantes.

O responsável pela contratação dos atletas e pelo casamento das lutas é Eduardo Duarte, de 38 anos. Faixa-preta de jiu-jitsu graduado por André Pederneiras, líder da Nova União, Duarte já lutou MMA profissionalmente, está no XFC desde o início do projeto, ainda em 2013, e revela alguns critérios de análise na escolha dos novos atletas.

“Analisamos não somente o cartel positivo, que é uma necessidade óbvia, mas também a evolução do atleta. Alguns, tiveram derrotas no início da carreira, mas cresceram muito”, conta o matchmaker, nascido no Rio de Janeiro e que vive há sete anos na Argentina. “Certos atletas param em um patamar, outros melhoram muito rápido em pouco tempo, outros demoram mais, mas estão sempre mostrando novidades. Levamos tudo em consideração para ter o melhor para o evento e proporcionar o melhor para o atleta”.

O presidente Myron Molotky  com o campeão do GP  Nathan Schulte (Foto: Divulgação)

O presidente Myron Molotky com o campeão do GP Nathan Schulte (Foto: Divulgação)

A primeira temporada do XFCi foi encerrada no dia 7 de junho deste ano, com a edição número cinco. Nos estúdios da RedeTV!, foram coroados campeões dos GPs a argentina Silvana “La Malvada” Juarez (moscas), os brasileiros Alberto Uda (médios) e Natan Schulte (leves), além do costarriquenho Alejandro Villalobos (penas). “O que mais poderia diferenciar o XFC era a questão de priorizar os atletas, de cuidar deles. Então, criamos um GP para descobrir novos talentos e dar a chance a lutadores não tão conhecidos de se tornarem conhecidos em quatro ou cinco meses, de se tornarem interessantes para fãs, mídia e patrocinadores “, completa o presidente do XFC, Myron Molotky.

Mudanças no card

A organização do XFC promoveu a final do GP peso-palha feminino, entre Vanessa Guimarães, da CM System, e Vanessa Melo, da Chute Boxe Diego Lima, para o co-evento principal da noite. Julio Cesar “Xaropinho”, companheiro de Vanessa Melo, teve seu adversário alterado por lesão: sai Carlos Rivera, entra o também mexicano Edgar Garcia Cabello, no último duelo do card preliminar, que será transmitido pela RedeTV! na semana seguinte.

Card Principal
Ao vivo na RedeTV! a partir de 00h30 (sábado para domingo)

Até 65,8kg: Deivison “Dragon” Ribeiro vs Waylon Lowe (EUA) – Disputa de cinturão peso-pena
Até 52,2kg: Vanessa Guimarães x Vanessa Melo – Final da 1ª temporada do GP feminino peso-palha
Até 61,2kg: Alejandro Abomohor (COL) x Luan Gazzeta – GP peso-galo
Até 56,7kg: Rachael “The Panter” Cummins (EUA) x Taila Santos – GP feminino peso-mosca

Card Preliminar
Transmissão na semana seguinte

Até 61,2kg: Edgar Garcia Cabello (MEX) x Julio “Xaropinho” Rodrigues – GP peso-galo
Até 56,7kg: Karina Rodriguez (MEX) x Poliana Botelho – GP feminino peso-mosca
Até 61,2kg: Lerryan Douglas x Daniel Virgilio – GP peso-galo
Até 56,7kg: Julia Borisova (RUS) x Debora Ferreira – GP feminino peso-mosca
Até 61,2kg: James “The Phenom” Gray (EUA) x Lucas “Treta” Moraes – GP peso-galo
Até 56,7kg: Vuokko Katainen (FIN) x Silvana “Marrentinha” Pereira – GP feminino peso-mosca
Até 77,1kg: Alfredo Morales (MEX) x Marcelo Barreira – Super Luta
Até 61,2kg: Diogo “Sinistro” D’Ávila x Diogo Sotero – Luta reserva GP peso-galo
Até 77,1 kg: Steven “Relentless” Newel (EUA) x Wesley do Nascimento – Luta reserva GP peso-meio-médio

POSTADO POR: Cadu Bruno às 11:24
9 set

Léo Santos não vê grandes mudanças no camp após anúncio de Efrain Escudero como novo rival

A menos de três semanas para o UFC Fight Night 51, em Brasília (DF), que acontece neste sábado, dia 13 de setembro, Léo Santos teve seu adversário modificado. O peso-leve da Nova União, que antes encararia o polonês Lukasz Sajewski, estreante na organização, agora vai ter pela frente o campeão do The Ultime Fighter 8, Efrain Escudero. Apesar da mudança repentina, o vencedor do TUF Brasil 2 não lamenta as pequenas alterações que teve que fazer em seu camp, iniciado de forma intensiva em meados de agosto.

Segundo Léo, o pouco tempo até a luta impossibilitam mudanças muito drásticas. Escudero já lutaria em Brasília, contra Francisco Massaranduba, e acabou remanejado para enfrentar Léo Santos. “O tempo é muito curto, não dá para fazer grandes mudanças no camp ou no estilo de jogo. Já conheço como o Escudero luta. Fiz pequenas modificações em algumas áreas técnicas, mas nada de muito relevante. Mantive a vontade de entrar no octógono e sair com a vitória, como sempre penso”, comenta o tetracampeão mundial de jiu-jitsu na faixa-preta, que no MMA soma 12 vitórias e três derrotas no cartel.

Leo Santos enfrenta Efrain Escudero em Brasília (Foto: Divulgação)

Leo Santos enfrenta Efrain Escudero em Brasília (Foto: Divulgação)

A mudança de um adversário sem experiência para um lutador que chega para a terceira passagem no UFC também não intimida Léo. “Não posso escolher adversário. A vontade de vencer e de apresentar o meu melhor é sempre a mesma. Me sinto preparado para enfrentar qualquer um na categoria. Quero subir cada vez mais e mostrar todo meu valor, seja contra o Escudero, o Sajewski, ou qualquer outro”, decreta.

Confiante para lutar no peso ideal

Desde que conquistou o contrato com o Ultimate, Léo entrou no cage apenas uma vez, em Natal, contra Norman Parke, em março deste ano, e a luta terminou empatada. Na ocasião, o brasileiro, de 34 anos, passou por dificuldade para recuperar o peso depois da pesagem, o que foi prejudicial no combate.

“Estou me sentindo muito bem e mais forte com essa situação do peso. Realmente, não sei dizer o que aconteceu daquela vez, que no dia da luta não recuperava o peso. Fez bastante diferença. Senti o Parke bem mais forte, enquanto eu estava muito magro e seco. Me desgastei demais, mas para esse novo confronto tenho certeza que não terei problemas. Já me adaptei novamente”, garante.

POSTADO POR: Cadu Bruno às 1:32
9 set

Charles do Bronx explica mal-estar que o tirou da luta com Nik Lentz e promete voltar mais forte

A tão aguardada segunda luta entre Charles do Bronx e Nik Lentz, que aconteceria na última sexta-feira, dia 5 de setembro, no UFC Fight Night 50, nos Estados Unidos, acabou não sendo realizada. O brasileiro foi retirado da luta por não se recuperar de uma virose que o afetou duas semanas antes do combate e o impediu de bater o peso limite de 66,1kg da categoria peso pena. Já de volta ao Brasil, o atleta explica como foram os momentos após a pesagem que resultaram no cancelamento da luta e já projeta a volta, contra o próprio Lentz, torcendo por bom senso da organização para compreender o acontecido.

Uma semana antes de viajar para a cidade de Ledyard, em Connecticut, nos Estados Unidos, onde o duelo aconteceria, Charles começou a sentir dores de cabeça muito fortes e febre, mas a princípio pensou se tratar apenas de uma gripe. Como os sintomas persistiram, ele procurou um médico, porque estava impossibilitado de treinar e fazer o corte de peso adequado. Mesmo sem evolução no estado de saúde, decidiu viajar e tentar se recuperar na semana da luta. No entanto, aconteceu justamente o contrário.

“Fui para os EUA sem estar 100%, com um pouco de febre e quando eu comecei a cortar peso a imunidade abaixou muito, me deixando muito mal. Quem está comigo sabe o quanto essa luta era importante para mim, o quanto eu estava treinando forte antes dessa virose chegar. Eu não ia desistir por nada. A semana antes da pesagem foi muito difícil pelo corte de peso em cima da hora, já que com essa gripe não pude cortar o peso no Brasil como sempre fiz. Como estava muito debilitado antes da pesagem, resolvemos parar a perda de peso e pagar o 20% da bolsa”, revela.

Charles do Bronx alegou mal-estar por não enfrentar Nik Lentz (Foto: Divulgação)

Charles do Bronx alegou mal-estar por não enfrentar Nik Lentz (Foto: Divulgação)

Após a pesagem, Charles do Bronx iniciou a recuperação de peso comum a todos os combates, através da aplicação de soro na veia, mas conta que continuou se sentindo muito mal ao longo da madrugada. Na manhã seguinte, o atleta resolveu praticar um exercício de manopla com um de seus treinadores, Jorge Patino Macaco, e voltou a se sentir mal, tendo que chamar os médicos do UFC, que então o retiraram do confronto.

“Na manhã da pesagem, fui tentar dar uma suadinha para ver o acontecia e tive muita tontura batendo manopla com o Macaco, ânsia de vomito, meu corpo aqueceu muito rápido e tive febre de novo. Chamamos os médicos do UFC e na mesma hora eles me proibiram de lutar. Só de olhar viram que eu estava realmente mal. Sei que vão falar que eu amarelei e tudo mais, mas deixo falar. Estou focado na minha recuperação”, garante.

O paulista já está de volta à cidade de Guarujá, em São Paulo, onde vive com sua família, e passará por uma bateria de exames a partir desta terça-feira, dia 9 de setembro, para saber ao certo o que aconteceu. Charles espera ainda a compreensão por partes da organização do UFC e garante voltar ainda mais forte para o duelo com Lentz ou qualquer outro adversário que lhe for imposto.

“Já voltei para casa e o afago da minha família é o que gente precisa nesse momento. Depois do resultado dos exames, vou sentar com meus treinadores e traçar uma estratégia para voltar o mais rápido possível. Fico esperando também algum contato do UFC para um próximo combate. Se for com o Lentz, será perfeito. Foi um acaso que me fez sair da luta, mas, se for outro oponente, estou preparado também para o que o UFC me der. Eu não estava 100% e tentei de tudo para lutar, mas infelizmente não foi possível, estava muito mal”, finaliza Do Bronx.

POSTADO POR: Cadu Bruno às 1:28
8 set

Ericka Almeida conquista cinturão peso palha nos 11 anos do Jungle Fight

O Jungle Fight 73, realizado neste sábado, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, mostrou o porquê do evento estar completando 11 anos de muito sucesso. Foram oito lutas emocionantes, com muita técnica e agressividade. A cereja do bolo ficou por conta de Ericka Almeida, que finalizou Maiara Alves com um mata-leão e sagrou-se a primeira campeã da categoria peso palha (52 kg) feminino da organização.

O combate foi muito disputado, principalmente na luta agarrada. Com uma excelente base de judô, Maiara Alves chegou a dar uma bela queda em Ericka Almeida no primeiro round, mas não conseguiu desenvolver seu jogo. Ericka Almeida, conhecida pelo seu jiu-jitsu, também tentava desenvolver seu jogo a todo instante, até conseguir, no segundo round, encaixar um mata-leão, que lhe rendeu o título.

“Estou muito honrada por poder inaugurar o cinturão da categoria no Jungle Fight. Minha vitória foi fruto de muito trabalho duro e, claro, do apoio da minha equipe, dos meus treinadores e de meus amigos”, agradeceu a grande campeã.

Ericka Almeida conquistou o cinturão peso-palha do Jungle Fight (Foto: Divulgação)

Ericka Almeida conquistou o cinturão peso-palha do Jungle Fight (Foto: Divulgação)

Gringos finalizam e duelos agitados empolgam o público

O mexicano José “Suavecito” segue fazendo suas vítimas no Jungle Fight. Agora foi a vez do duro René Soldado, que apagou após uma eficaz guilhotina aplicada por “Suavecito”, em uma luta toda desenvolvida no solo, com ambos mostrando um altíssimo nível técnico. Com a nova vitória na organização, o mexicano ganhou o direito de disputar o cinturão dos meio-médios, que pertence a Elizeu Capoeira.

Douglas “El Loco” levantou o público presente ao nocautear o brasileiro naturalizado equatoriano Fernando Soluço. Com pouco mais de um minuto de luta, ele aplicou uma sequência de socos, que derrubou o oponente a ponto do árbitro encerrar a peleja.

Argentino, Martin “La Maquina” calou o ginásio do Ibirapuera. Oriundo do jiu-jitsu, ele encaixou um leg-lock no brasileiro Charles Leites, que até tentou resistir, mas acabou sucumbindo à pressão da posição e bateu, para a euforia do “hermano”.

Matheus “Adamas” começou o combate contra Allan Miguel a mil por hora, com socos e chutes potentes. Mas seu adversário vendeu caro a derrota. Foram necessários, pelo menos, quatro knockdowns para o pupilo de Rodrigo Minotauro, que estava em seu corner, definir o combate e dar sequência a seu cartel invicto.

Valdines Silva deixou uma boa impressão em sua estreia no MMA. Logo no início de sua luta contra Allan “Popey”, ele ficou acuado na grade recebendo uma chuva de socos. Duro, ele resistiu, e na primeira oportunidade que teve, levou o combate para o chão, onde pode apresentar a sua principal arma: o jiu-jitsu. Com técnica, ele montou, esperou o adversário dar as costas e encaixou um justo mata-leão, inapelável.

Paulinho Capoeira e Diego Paiva proporcionaram três rounds de muita agressividade e técnica. Desde o primeiro minuto de luta os dois mostraram seus arsenais de golpes. Do lado de Capoeira, destaque para sua série golpes limpos que entraram em cheio em Diego Paiva, que, guerreiro, se destacou pela incrível absorção de golpes, mostrando um queixo muito duro. No final, vitória de Capoeira por decisão unânime.

Bruno Lopi e Gregory “Robocop” abriram com chave de ouro o evento. Com menos de um minuto de luta, um knockdown para cada lado. O duelo foi decidido logo em seguida, quando Lopi acertou um soco em cheio em “Robocop”, que desta vez não conseguiu absorver, e acabou nocauteado.

Jungle Fight 73

Ericka Almeida finalizou Maiara Alves com um mata-leão a 1:56 do R2;

José “Suavecito” Diaz finalizou Rene Soldado com uma guilhotina aos 4:58 do R;

Douglas “El Loco” Bertazini venceu Fernando Soluço por nocaute técnico a 1:31 do R1;

Martin Ottaviano “La Maquina” finalizou Charles Leites com um leg-lock a 1:18 do R1;

Matheus “Adamas” Mattos venceu Allan Miguel por nocaute técnico aos 2:02 do R2;

Valdines Silva finalizou Allan “Popey” com um mata-leão aos 3:05 do R1;

Paulinho Oliveira “Capoeira” venceu Diego Paiva por decisão unânime;

Bruno Lopi venceu Gregory “Robocop” Rodrigues por nocaute técnico aos 1:05 do R1.

POSTADO POR: Cadu Bruno às 10:41