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PUBLICADO EM 14.01.2016 - 11:30

No Rio, a evolução de Gabi

Gabi disputa a quarta temporada pelo Rexona. Foto Divulgação/ Márcio Rodrigues/MPIX

Gabi disputa a quarta temporada pelo Rexona. Foto Divulgação/ Márcio Rodrigues/MPIX

Gabi tinha 18 anos quando deixou o Mackenzie, em 2012, e chegou ao Rexona-Ades. No Rio, virou uma das principais jogadoras do time e ganhou cada vez mais chances na seleção brasileira. Agora, em sua quarta temporada pela equipe carioca, ela trabalha para ganhar mais uma Superliga e estar nos Jogos Olímpicos pela primeira vez. “Esse crescimento no Rexona tem sido muito importante. O Bernardo e toda a comissão técnica têm me ajudado nesse sonho de jogar a Olimpíada. Tenho trabalhado há quatro anos e, neste ano, a ansiedade aumentou e penso cada vez mais nisso”, diz Gabi. No Rio, ela virou titular logo na primeira temporada, por causa da lesão da americana Logan Tom, e foi a atacante mais eficiente e a maior pontuadora da última Superliga, com 426 pontos. Quando o assunto é Olimpíada, ela conversa muito com duas companheiras que já são campeãs olímpicas: a líbero Fabi e a ponteira Natália. “A Fabi viveu muita coisa na Seleção e conta sua experiência e de quando era mais nova. Dá segurança. A Natália também viveu grandes momentos”, comenta Gabi.

Derrotado logo no segundo jogo para o Concilig/Bauru, o Rexona cresceu na Superliga: tem 11 vitórias seguidas e amanhã enfrenta o Rio do Sul/Equibrasil, que venceu o Vôlei Nestlé na terça-feira, por 3 sets a 2. “Vimos no início o que tínhamos que melhorar. Crescemos, mas oscilamos em alguns jogos. O Bernardo vem cobrando essa evolução”, afirma Gabi.

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