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PUBLICADO EM 06.01.2017 - 14:30

Definição sobre futuro de Bernardinho na Seleção masculina está bem próxima

Bernardinho durante treino do Rexona: ele quer o time mais consistente. Foto Daniel Castelo Branco/ Agência O DIA

Bernardinho durante treino do Rexona: ele quer o time mais consistente. Foto Daniel Castelo Branco/ Agência O DIA

 

A viagem de fim de ano para fora do Rio com a família serviu para relaxar e dar uma pausa no ritmo intenso de treinos e jogos com as meninas do Rexona-Sesc. Mas o descanso acabou. De volta ao trabalho desde o início da semana à frente da equipe líder da Superliga feminina, o técnico Bernardinho já respira vôlei novamente. Medalha de ouro nos Jogos do Rio, ele encerrou 2016 sem dizer se continua no comando da Seleção masculina, mas inicia o ano afirmando que o anúncio sobre seu futuro está bem perto de sair.

“Hoje (ontem) é dia 5. No dia 10 a decisão deve sair a respeito do futuro da Seleção”, garantiu, contando sobre o fim de ano: “Passei seis dias fora do Rio com a família. Foi muito bom para dar uma descansada. Claro que a gente sempre pensa alguma coisa, faz parte, mas foi muito bom estar num ambiente diferente, sem as demandas e solicitações do dia a dia.”

No primeiro turno da Superliga, o Rexona sofreu apenas uma derrota, para o Vôlei Nestlé, de Osasco (SP), fora de casa. “Foi um bom primeiro turno, perdemos para o Osasco lá. Houve altos e baixos, com certeza. O time não tem ainda a consistência que a gente quer. Tivemos melhores resultados e estamos à frente. Mas é o início ainda. Estamos na metade da primeira fase. Temos a segunda fase inteira mais os playoffs, quando as coisas realmente contam”, analisa o exigente Bernardinho.

Bernardinho festeja a 20ª temporada do Rexona e diz que aprendeu muito desde o início do projeto. Foto Daniel Castelo Branco/ Agência O DIA

Bernardinho festeja a 20ª temporada do Rexona e diz que aprendeu muito desde o início do projeto. Foto Daniel Castelo Branco/ Agência O DIA

O treinador pensa agora no próximo jogo do Rexona, diante do Fluminense, segunda-feira, no Tijuca, pela primeira rodada do returno. “Temos que ter todo cuidado. É um time que possui jogadoras experientes. Já ganhou da gente no Campeonato Carioca”, alerta o treinador, tentando mostrar bom humor diante do verão carioca: “O entusiasmo é grande, o calor é enorme. A holandesa (Anne Buijs) falou: ‘It’s not funny’. Não é engraçado isso aqui.”

Em 2017, o Rexona completa sua 20ª temporada, coroando um projeto que começou em Curitiba. De lá para cá, foram 11 títulos da Superliga. “Nunca imaginei que a gente pudesse depois de 20 anos estar aqui. É uma relação de parceria. Eu aprendi muito nessa convivência. O balanço é mais do que positivo. É um projeto de construção, de desenvolvimento. Não é apenas para formar jogadoras, mas para que as pessoas sejam contaminadas pelo vírus bacana do esporte… O projeto nesses 20 anos tem esse papel”, destaca o comandante.

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