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PUBLICADO EM 07.04.2017 - 16:20

Em busca da vantagem nas semifinais

Alexandre Arruda/ Divulgação Rexona-Sesc

Alexandre Arruda/ Divulgação Rexona-Sesc

Na Superliga feminina de vôlei, o Rexona-Sesc só tinha sofrido uma derrota, para o Vôlei Nestlé, no primeiro turno da competição. O segundo resultado negativo veio nos playoffs, na terça-feira, quando o Camponesa-Minas venceu o time carioca no ginásio do Tijuca e empatou em 1 a 1 a série melhor de cinco das semifinais da competição. Nesta sexta-feira, às 21h30, as duas equipes voltam a se enfrentar, novamente no Tijuca, e o time comandado por Bernardinho busca corrigir os erros para voltar a ficar na frente no duelo. “Nessa derrota, a gente viu que elas foram superiores e jogaram melhor. Mérito delas. A gente pegou para estudar esse jogo e vamos tentar fazer diferente. Vimos tudo que a gente errou, que o saque foi mal”, diz a oposto Monique.

Ela ainda analisa o último jogo: “Elas conseguiram quebrar o nosso passe. A gente não pode ser pega de surpresa pelo saque delas porque a gente sabe que a arma delas foi quebrar o nosso passe. Agora está 1 a 1. É vida ou morte para os dois lados. Não tem vantagem de nada. Está aberta a classificação. Os dois times querem ir para a a final e a gente tem que dar o sangue para lutar por essa vitória”.

Em Osasco (SP), o Vôlei Nestlé pode avançar à decisão da Superliga feminina se vencer o Dentil-Praia Clube, às 19h.

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