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PUBLICADO EM 29.05.2017 - 17:00

Aos 20 anos, a jovem Drussyla festeja sonho de estar na seleção brasileira adulta

A levantadora Roberta, a capitã Natália e a jovem Drussyla iniciam o ciclo rumo a Tóquio-2020. Foto Cleber Mendes/ O DIA

A levantadora Roberta, a capitã Natália e a jovem Drussyla iniciam o ciclo rumo a Tóquio-2020. Foto Cleber Mendes/ O DIA

A jovem Drussyla, de 20 anos, festeja a convocação para a seleção brasileira como a realização de um sonho, depois de ter brilhado na reta final da Superliga pelo Rexona-Sesc. Ela assumiu o posto de titular da equipe carioca nos playoffs e ajudou na conquista do 12º título do time comandado por Bernardinho. Ela foi eleita a melhor jogadora da final contra o Vôlei Nestlé, de Osasco (SP).

“Para mim, foi uma surpresa ter sido convocada. É como um sonho. Desde pequena tenho um sonho de chegar à seleção brasileira. É o sonho de qualquer atleta. As meninas e a comissão me receberam muito bem”, conta ela, dizendo que ainda conversa pouco com o técnico José Roberto Guimarães:  ”Falo pouco com ele porque ainda tenho muita vergonha (risos). Mas sempre que eu falo eu procuro absorver o máximo. Às vezes ele dá uma descontraída, brincando, mas eu continuo com vergonha e com receio de falar um pouco”.

Convocada para a Seleção adulta, Drussyla também disputará o Mundial sub-23. “É puxado, mas eu acredito que no fim vai valer a pena. Eu tenho que me sacrificar agora que eu estou  nova, que eu tenho oportunidade. Tenho que aproveitar todas as chances que eu tiver de entrar e fazer minha parte. Estando do lado de fora ou jogando, vou sempre procurar agregar ao grupo”, diz.

Drussyla também não esconde a ansiedade para jogar com a Seleção. “Estou ansiosa, sim. Jogar pela Seleção, desde a base, sempre dá uma borboleta na barriga. É especial. É a Seleção adulta. É a minha primeira vez aqui e fico mais ansiosa para fazer o melhor que eu sei fazer”, diz Drussyla.

 

 

 

 

 

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