twitterfeed
PUBLICADO EM 02.06.2017 - 11:07

“O legado do meu pai ficou”, diz Bruninho

Buruninho inicia mais um ciclo olímpico após o ouro na Rio-2016. Foto Divulgação Marcio Rodrigues/MPIX/CBV

Buruninho inicia mais um ciclo olímpico após o ouro na Rio-2016. Foto Divulgação Marcio Rodrigues/MPIX/CBV

Campeão olímpico na Rio-2016, Bruninho inicia mais um ciclo com a Seleção festejando a continuidade da filosofia de comprometimento com o trabalho que o seu pai, Bernardinho, tanto pregou quando esteve à frente da equipe. “Tenho orgulho de poder mais uma vez representar o país. Estou motivado, feliz. O grupo está muito bacana, com jogadores jovens e outros mais experientes, essa mescla é legal. A intensidade de treinos é muito grande, vejo o comprometimento de todos, o legado de outras gerações e do meu pai ficou. A gente percebe todo o comprometimento dos jogadores e isso faz com que o trabalho fique mais leve e prazeroso. Espero que a gente possa fazer uma grande Liga Mundial”, diz Bruninho.

Na Seleção, o levantador é treinado por Renan Dal Zotto, com quem trabalhou no início da carreira. “O Renan é um caro muito criativo, os treinamentos mudam sempre, isso é bacana. Percebo que o grupo tem se adaptado muito bem a esse tipo de treinamento dele. O Marcelo Fronckowiak (assistente técnico) é um cara que eu já conhecia, que dá uma energia grande para os treinamentos, o Tabach (Ricardo Tabach, também assistente) já estava na outra comissão técnica. É uma comissão que tem tentado extrair o máximo de cada jogador e colocado muita intensidade. Foram semanas de muita pegada, treinos intensos, fortes e longos para a gente chegar bem nesta Liga Mundial”, conta Bruninho.

Bruninho defendeu o Sesi na última temporada da Superliga, mas já acertou a sua volta para o Modena, da Itália: “Sem dúvida, foi uma temporada de altos e baixos. Para mim, foi um pouco frustrante porque o que rendi foi abaixo do que eu queria e imaginava. Tivemos muitos problemas no Sesi em relação à contusão. Sei que preciso jogar no mais alto nível. Essa foi uma temporada em que fiquei aquém daquilo que eu poderia render. Isso me fez realmente querer voltar para a Itália, jogar na melhor liga do mundo e poder jogar no mais alto nível possível”, explica o levantador da seleção brasileira.

Publicidade