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PUBLICADO EM 08.09.2017 - 10:48

Rumo aos 20 anos de carreira profissional

A líbero Fabi é uma das líderes do Sesc RJ. Foto Divulgação Sesc RJ

A líbero Fabi é uma das líderes do Sesc RJ. Foto Divulgação Sesc RJ

Aos 37 anos, com os ouros olímpicos de Pequim-2008 e de Londres-2012 no currículo, Fabi se aproxima de mais outra marca expressiva em sua trajetória: em 2018, ela completará 20 anos de carreira profissional nas quadras, que começou em 1998, no Macaé. “Vou completar 20 anos de vôlei profissional. Obviamente, não sou mais aquela garota. Mas é importante depois de tantos anos querer evoluir e trocar experiências com as mais novas. Eu penso, sim, em aposentadoria. Tenho tentado aproveitar temporada por temporada todos os momentos. Meu foco é fazer o melhor pelo time do Sesc. Quando termina a temporada, eu tenho feito um balanço do que foi bom e, enquanto eu estiver feliz, eu vou continuar jogando. Decidi não fazer muitos planos”, conta Fabi.

Ela é uma das líderes do Sesc RJ, que encara a sua primeira temporada sem a Unilever, parceira de 20 anos da equipe comandada por Bernardinho. O time carioca é o atual campeão da Superliga. A estreia no torneio nacional será no dia 17 de outubro, diante do Sesi (SP), em Santo André. “Ao longo desses anos, o grande segredo dos times do Bernardo é que ele muda pouco. Ele tem uma filosofia de trabalho implementada há alguns anos, uma comissão técnica muito competente. A gente conseguiu manter a base, com alguns pilares como a Gabi, a Roberta e a Juciely. A expectativa é que a gente possa continuar brigando de igual para igual com todos os times”, diz.

Fabi acompanha a movimentação do mercado nacional. Ela destaca vários adversários, entre eles o tradicional Vôlei Nestlé, de Osasco (SP). Mas acredita que, pelo elenco montado, o Dentil-Praia Clube, de Uberlândia (MG), esteja um pouco à frente das outras equipes para a temporada 2017/18. O time mineiro repatriou a campeã olímpica Fernanda Garay, que estava no vôlei chinês. “O time que mais se reforçou foi o Praia Clube, que tem a Fernanda Garay, a americana Fawcett, a Fabiana, a Walewska. Manteve a sua base e se reforçou em algumas posições”, destaca Fabi.

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