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PUBLICADO EM 07.11.2017 - 17:43

A missão de ajudar o Brasil

Bicampeão olímpico, Giovane Gávio comanda o Sesc RJ. Foto Alexandre Brum/ O DIA

Bicampeão olímpico, Giovane Gávio comanda o Sesc RJ. Foto Alexandre Brum/ O DIA

Técnico do Sesc RJ, o bicampeão olímpico Giovane Gávio prepara diariamente os seus atletas pensando não apenas em tê-los em grande forma na Superliga masculina de vôlei, como também está preocupado em vê-los servindo bem à seleção brasileira de vôlei. Quatro jogadores da equipe carioca estiveram presentes na última competição pelo Brasil nesta temporada, na conquista da Copa dos Campeões do Japão, em setembro: os campeões olímpicos Maurício Borges (ponteiro) e Maurício Souza (central), além de Renan Buiatti (oposto) e Tiago Brendle (líbero).

“É uma responsabilidade grande você trabalhar com jogadores que vão estar representando o Brasil, por exemplo, no Campeonato Mundial no ano que vem”, afirma Giovane, referindo-se ao torneio que será disputado na Itália e na Bulgária. “Uma temporada mal feita com certeza traz repercussões negativas para eles lá na Seleção e para o Brasil como um todo. Esse é um cuidado, sim. A gente tem que trabalhar muito bem e buscar a evolução deles, com o condicionamento físico, e mantê-los da melhor forma possível. Estando bem, eles vão jogar bem, lógico, para o nosso time, mas a preocupação vai além disso”, analisa o treinador.

Giovane conta que incorporou características da sua época de atleta à vida de agora à beira da quadra: “A gente procura criar um ambiente favorável ao aprendizado e à melhora. Isso reflete diretamente na performance deles. É a minha forma de trabalhar. Eu era muito chato com isso quando era jogador. Exigia muito dos clubes uma estrutura boa para treinar. Agora como técnico e gestor não pode ser diferente”.

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