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PUBLICADO EM 17.11.2017 - 14:42

Tiago Barth na vitrine do Sesc RJ

Tiago Barth chegou ao Sesc RJ para a disputa da Superliga B. Foto Divulgação AGIF/ Luciano Belford

Tiago Barth chegou ao Sesc RJ para a disputa da Superliga B. Foto Divulgação AGIF/ Luciano Belford

O garoto que chamou a atenção de um técnico de vôlei nas ruas de Foz de Iguaçu hoje se destaca nas quadras de vôlei pelo Sesc RJ, um dos principais times da Superliga. Aos 29 anos, Tiago Barth, catarinense da cidade de Mondaí, tem sido uma das armas da equipe carioca na competição. O time comandado por Giovane Gávio tem cinco vitórias e apenas uma derrota na Superliga e volta a jogar domingo, contra o JF Vôlei, em Juiz de Fora (MG). “Eu já havia trabalhado com o Giovane e com o auxiliar dele no Sesi. Foram quatro anos lá, conquistamos a Superliga, o Sul-Americano e o Paulista. Já tinha ideia de como funciona o trabalho deles. Recebi essa proposta quando estava na Argentina e aceitei prontamente”, conta Tiago.

Ele chegou ao Sesc RJ para a disputa da Superliga B, conquistada em abril. Antes, havia defendido o Personal Bolívar, na Argentina. “Lá fora você acaba assumindo mais responsabilidade por ser o estrangeiro do time. É como se fosse o contratado para resolver o jogo”, explica.

Com passagens pelas seleções de base e adulta, Tiago sonha em defender novamente o Brasil: “Eu tenho esse sonho de estar na Seleção e venho trabalhando. A Superliga é uma ótima vitrine para abrir essa oportunidade”.

Estreante na elite do vôlei, o Sesc RJ vai pensando passo a passo na Superliga. Primeiro, quer ir aos playoffs e chegar à semifinal. “Sabemos que há equipes fortes e que o caminho é difícil”, diz Tiago.

O central de 2,09m recorda ainda o início de carreira, quando sua altura chamou a atenção de um técnico que o viu andando no Centro de Foz de Iguaçu: “Ele tentou me alcançar, mas entrei num ônibus. E conseguiu ver para qual bairro estava indo e foi ligando de colégio em colégio para saber se tinha um garoto com aquelas características de altura e acabou me encontrando. Ele me chamou para participar de um treinamento. Eu fui, gostei e não parei mais”.

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